quarta-feira, 12 de setembro de 2018

FERNANDO HADADD, uma historinha pra Boizonistas dormir...

https://politicaeestrategiaglobal.blogspot.com/2018/09/urgente-haddad-pode-vencer-eleicao-no.html

FERNANDO LEALDADE,
por Gustavo Conde, em 02/09/2018
"Quando Haddad perdeu a eleição para João Doria, em 2016, algo me dizia que o seu destino político estava traçado. Sua vocação, seu estilo, sua consagração internacional de gestor premiado lhe reservaria uma missão muito mais ambiciosa do que administrar a maior cidade do país.
Para assombro dos nossos vira-latas de plantão, Fernando Haddad ganhou o Mayors Challenge 2016, nada mais nada menos que o prêmio de melhor prefeito do mundo oferecido pela Bloomberg Philanthropies, em Nova York.
O resultado daquela eleição para prefeito deveria ser interpretado com a mínima acuidade leitora. O país estava em no auge da sanha persecutória ao PT, atravessada por ódios e fobias de toda sorte (ou azar).
A perseguição da imprensa a Haddad também era algo sem precedentes. Os maiores jornais de São Paulo lhe esmagavam diariamente. Os episódios do sub historiador e pretenso jornalista Marco Antonio Villa histericamente em seu encalço, quase como uma obsessão de fundo libidinal, consagraram o momento como o habitual capítulo grotesco e pitoresco dos futuros livros de história e de psicologia social – Villa é um relato de caso ambulante, um case das patologias clínicas oriundas da solidão semi-intelectual.
Lula estava atento a tudo isso e testemunhou a olho nu a resiliência de Haddad. Ali, nascia um novo patamar da admiração de Lula pelo seu já consagrado ministro da educação, formulador das mais avançadas políticas públicas da história para o setor.
Lula entendeu que Haddad era muito mais que um ministro ou um prefeito. Lula entendeu que Haddad era o elemento-chave para a transição de popularidade democrática que lhe serviu de argumento e dicção em seus 40 anos de vida pública somados a vitórias eleitorais consagradoras.
O mais impressionante, no entanto, naquele momento clássico de uma derrota eleitoral que se transformara em predestinação política, foi a elegância e a categoria de Fernando Haddad em coordenar pessoalmente a transição de governo para Doria.
Haddad deu uma aula de democracia. Foi, realmente, algo sem precedentes. Ele mobilizou suas equipes e seus secretários para realizar a transição de governo mais impressionante da história brasileira, disparado.
Entregou a prefeitura no azul, com dinheiro em caixa para investimentos, com o título internacional de melhor prefeito do mundo e com muita educação republicana.
Ali, o próprio Doria ficara assombrado, a ponto de dizer, do alto de seus preconceitos classistas: “nem parece que ele é do PT”.
Haddad deu um show de lealdade à população de São Paulo, afinal, mesmo sob chantagens e pressões diversas, ela tinha eleito um novo prefeito que, àquele momento, merecia todo o respeito e atenção do mundo político e cidadão em seu entorno.
Legitimidade, enfim – e Haddad deu um aula sobre esse tema naquele momento –, é algo com o qual não se brinca.
Como Lula em 1989, em 1994 e em 1998, Haddad soube perder. E essa é apenas mais uma das muitas semelhanças que o ex-prefeito tem com o ex-presidente Lula.
Nem vou entrar nas qualidades de Haddad como prefeito. Ele revolucionou São Paulo. Trouxe vida e alegria à cidade. Foi um banho de democracia. Lula, que não é bobo nem nada, estava muito atento a tudo isso.
Lula percebeu como Haddad aguentou a pressão da mídia, do empresariado, dos nichos de poder incrustados no judiciário. Naquele preciso momento de derrota eleitoral, Haddad conquistava sua maior vitória política: ganhava a admiração definitiva do maior líder político do país de todos os tempos.
Lula entendeu que estava diante do futuro político do país, uma vez que ele, Lula, também é um catalisador de informações e de percepções de todo o espectro político. Lula é uma espécie de Datafolha ambulante, hiper municiado de informações quanti e qualitativas, com uma diferença: ele sabe ler os dados.
É dessa percepção e conjunção de fatores que brota o sentido de lealdade em Fernando Haddad. A lealdade de Haddad transcende a lealdade a um partido ou a uma pessoa. Haddad é leal à democracia, ao povo que o elege, ao povo brasileiro, aos projetos que concebe e encampa.
Haddad é leal à solidariedade humana que sente por Lula, é leal à Gleisi Hoffmann, guerreira excepcional que vai construindo uma das mais admiráveis biografias políticas da história brasileira.
Haddad é leal à sua soberania de espírito, ao seu talento acadêmico como pesquisador ultra qualificado e irradiador de liberdade intelectual, ao direito de Lula ser o candidato à presidência diante de tanta violência jurisprudencial.
Haddad é leal à função de advogado de Lula, ao papel que lhe coube de ser o porta-voz de Lula, ao destino de colaborar para a restauração da democracia brasileira devastada pelos maus perdedores de sempre.
A lealdade de Haddad é, a partir de já, um dos valores e um dos sentidos mais caros e imprescindíveis ao país e à população brasileira.
Sendo Lula candidato ou não, esta fusão simbólica e extremamente poderosa já está em processo avançado de consagração popular. O adensamento eleitoral de Haddad nada mais é que um desdobramento natural da imensidão eleitoral de Lula.
O golpe fez uma aposta muito arriscada e queimou etapas de consolidação de valores e narrativas. Todo o cenário político eleitoral do Brasil neste momento acabou por ser o ideal para fazer emergir o futuro político da democracia encarnado em um candidato que atualiza a personalidade negociadora e pacificadora do maior presidente que o país já teve.
A lealdade de Fernando Haddad a todos esses princípios e valores se encaminha para ser, a partir de agora, a nova linha de raciocínio democrático na vida política do país."

sexta-feira, 27 de maio de 2016

INTRIGUEIROS DA MALDADE

Nosso povo é o melhor do mundo, hospitaleiro, solidário, embora escondido no meio dele, muitos intrigueiros, corruptos, estupradores, pedófilos, assassinos, dissimulados, mal intencionados, dedoduros, traidores. Escondidos em casas, no funcionalismo, nas Câmaras, nos Gabinetes, nos Estádios, nas igrejas, no judiciário, no meio da mata, na cidade... a espreita de um ataque iminente... eles não trazem na testa suas pretensões e frustrações, mas suas ações de contínuas intrigas são indícios de seu ódio contra as pessoas, contra a humanidade... Só o amor pode vencer esse ódio, só o verdadeiro amor pode nos levar firmemente adiante, porque no tempo certo serão destruídos pela sua própria maldade.

domingo, 1 de dezembro de 2013

DESIGNARADA

Sem nenhum tecnicismo ou tecnicinismos, o contraponto é sempre o diferencial.
A moda ou modismos, ou o mais chamativo é sempre o diferente e dependendo do charme ou simplicidade, a onda vem como avalanche. 
Num mundo onde o que tem cabelo é quem tem o charme, aparece um careca diferente e leva toda uma época ao raspamento das madeixas desenvolvidas e o novo tempo é ser o careca diferente, o forte, o vigoroso, o macho man... Mas a onda foi forte e todos os good e bad boys aderiram e foi o tudo e tudo é muito = e é necessário o diferente e já a cabeleira mascular retorna mas não com o paz e amor somados ao lírio da paz, é o narciso que retorna forte.
Num mundo tri tudo fica tri e a hora é do plano, pq tudo é tri, tudo é cor e o PB se faz necessário, o liso se faz moda, a cor cansou os olhos e o leve som já me é o eu... que eu quero... que não mais vejo... há tempos, há décadas, fora de moda que vem correndo me abraçar e eu gosto, pq já sinto a saudade do comum onde tudo é tudo e só quero o básico, o basic, o pró, o comum bem incomum pq não é só o PB, mas sua ressurreição em alto estilo, a simplicidade em multiplicidades de desejos e sonhos e possibilidades. Não é só o básico, mas o básico livre e inteligentemente despretencioso, solto no ar...
Nosso PCérebro não envia estímulos contínuos, ele gosta dos destoantes, dissonantes, diferentes e novamente o grande invencionismo do diferente nasce e renasce todo o dia nos lobos ou lobas, carneirinhos ou carneirões ou seriam cabritos e cabritões... é todo o dia o mesmo dia a dia soltos ou hifenizados, não importa, precisam ser diferentes, iguais ao eu, ou a mim, ou ao que eu quero e pronto. 
Um ponto final perdido na igualdade desigual das minhas vontades e desacertos. 
Faça algo diferente, mas que seja diferente e em breve será tudo igual e necessitaremos ser diferentes de novo... e assim caminha a humanidade.. no impossível... no incansável começo do recomeço, e eu só posso esperá-los lá, no novo cenário imprevisto do passado, passado retrógrado do futuro... no cenário improvável do sempre = presente, do agora, dos natais, dos atóis, dos sós, das molhadas ou fadigas, das lidas da vida ou das escritas, textuais ou marginais e eu, só poderia esperá-los lá, ou revê-los nos faróis das esquinas ou das quinas.. dos gols ou das boladas, de campo ou no campo das peladas nas telas da vida... e até lá, tenham bons começos ou mereços... méritos de lá...!

Um grande abraço

PS: = só o adeus... ou seria isso o diferente até que seja = a tudo ou a todos e novamente... Lá vem o pião e pra onde ele vai se não para o jogo de xadrez da vida ou pros lombos de um animal pra se tornar peão...


quarta-feira, 20 de março de 2013

O OUTONO CHEGOU...


Rápido e com muita chuva.
As folhas caem, não as máscaras...

E tudo continua silente nos leds costumizantes...

O tempo passa vazio os galhos
Desnudados por completo de suas folhas...

As máscaras frias do inverno anunciante
Degelam faces, fios sobre a cabeça, pelos...

As máscaras não cairam, apenas folhas.
E folhas brancas, não de frio...
De tinta... geladas, cortadas, impingidas de esperança
Que podem chegar com a prima Vera...

Ela sorriu com flores... eu chorei de alegria
E a esperança evadiu-se suave na sombra de todas as noites
Que não aqueceram o vindouro verão...
E todos verão que é possível
Ver as estrelas...
E a razão... apenas fugiu galopando na brisa.

sexta-feira, 9 de março de 2012

+ duas são + que muitas...

Galera!
Curti muito umas dicas para melhorar a criatividade que li no http://uebipixel.com.br/empreendedorismo/8-dicas-para-aumentar-a-criatividade-de-um-designer/. Gostaria de sugirir mais duas que uso desde a infância e que tem me ajudado a manter e ampliá-la. Ler muito é uma atividade que ajuda profundamente a desenvolver a capacidade escrita e de pensamento muito criativo, mas não é isto apenas. Esta atividade de leitura também é importante para desenvolver a criatividade. Aliado a esse pensamento, o desenvolvimento criativo de um designer pode ser estimulado com o VER. "Ver muito" é estimulante ao cérebro, como se fosse apenas um jogo de memórias, as imagens são arquivadas no HD cerebral e sistematizada regularmente em criatidade, então sempre digo aos meus alunos que o designer precisa ver o mundo, seja através de revistas, fotografias, filmes, ... impressões físicas ou digitais. Ainda nessa direção, viajar, caminhar, pelos rios e matas, trilhas e praias, não são apenas atividades físicas, elas refrescam a mente e enchem-na do frescor da criatividade. A natureza é a expressão criativa do maior designer que sempre existiu. Observando essa criação inesgotável vc encontrará o maior celeiro de imagens do universo. E não há melhor lugar para se criativizar do que deixando o computador de lado por algumas horas semanais e descobrir qual será seu próximo inside. A rede continua sendo uma ferramenta e não um fim em si. Reconstrua a vida ampliando o mundo. Então, minhas duas sugestões são, ler e ver, o mundo com outros olhares.

Deixe entrar luz na caverna de seus sonhos e eles se tornarão expressões firmes de sua realidade criativa que lhe parecerão apenas sonhos.



Aproveite também a sugestão dessa caminhada orientada pela Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, no próximo dia 31 de março de 2012. Um grande abraço!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

USAm e abusam e se colocam como arautos dos direitos...

Mas os todo poderosos que USAm e abusam no mundo ao arautoarem-se na defesa dos direitos no planeta, ainda continuam a defender governos corruptos e ditaduras que matam e destroem opositores e cidadãos que desejam expressar suas próprias noções de liberdade.
Os todo poderosos USAm e derrubam governos como o de Saddan que ajudaram a perpetuar no Iraque da mesma forma como há 30 anos faz garantir o Mubarak no Egito. Agora não são os que USAm que exigem a derrubada do soberano ditador, mas é o povo que exige eleições reais no Egito como já aconteceu no Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela, Bolívia, e tantos outros que ainda serão libertos pela vontade popular. A estes últimos, os que USAm chamam de ditadura de esquerda porque não lhes dobram os joelhos e lhes opõem sistematicamente mantendo a alforria conquistada na vontade e no voto popular.
Vemos da mesma forma a mídia lentamente calada a pautar a perseguição sofrida por seus operários da informação e também os nossos e os dos outros, por esse governo apoiado até a última consequência pelos poderosos que USAm de sua influência de poder para impedir que o mundo conheça a injustiça e os assassinatos que esse governo mubarakiano tem efetivado nestes tantos anos de poder.
Não foi somente a corrupção e o descaso com a população e com políticas sociais que levou o povo à revolta, também a economia e a impunidade de um governo destruidor que a preço de morte cala a possibilidade de o povo ter o sonho de liberdade a ser conquistado.
Jornalistas que chegam ao Cairo desaparecem antes mesmo de chegarem ao hotel e nessa, nossos brasileiros tiveram muita graça do bom Deus e apenas foram deportados ao Brasil. Outros não tiveram a mesma sorte, como o Diretor de Marketing do Google para o Oriente Médio, Wael Ghuneim, desaparecido desde 28 de janeiro passado, do qual nem a Anistia Internacional consegue informação, nem do governo egípcio nem dos poderosos que USAm e abusam da manipulação da informação pelo mundo, outros, saberemos na contagem da liberdade...
Dizem alguns que os atentados no norte aos poços de petróleo, ao vice presidente do Egido, nomeado às pressas, "vans roubadas" da Embaixada Americana no Cairo que cometem assassinatos múltiplos e atropelam as multidões que exigem pelas ruas liberdade... insistem que os próprios manifestantes é que fizeram isso..  se você acredita em papai noel, também acreditará nessas acusações... é problema seu! O meu sonho de liberdade fala + alto e minhas crenças são sempre mais altruístas e ao lado do povo... mais uma vez a informação dos poderosos que USAm e abusam no mundo, chamam os manifestantes de terroristas. Terroristas são os que matam e mantém à força da repressão por 30 anos, a estabilidade política balizada pelos que USAm e direcionam aos seus interesses contra os povos livres e as liberdades estabelecidas pela ação popular.

Que os povos do mundo escolham seus próprios caminhos e nos distanciemos cada vez mais desses que USAm a farsa como verdade e a verdade propalada como mentira. Liberdade ainda que tardia, egipcios, mesmo depois de 30 anos de opressiva ditadura.
Não acredito que quaisquer atentados ou destruições ao patrimônio do Egito tenha sido feita pelo povo, porque percebi nos dias em que estive por lá, por parte do povo, um profundo respeito ao seu patrimônio e à suas raízess históricas. Mas para os que USAm e para Mubarak, essas mentiras podem ser pretextos e cobertura de fumaça para ainda assim prepararem fuga mubarakiana da família com os tesouros do egito que alegam terem sido retirados do Museu do Cairo por salteadores, enquanto se perpetuam por mais algum tempo, na tentativa de garantirem os interesses dos que USAm e abusam no mundo. A segurança no Museu do Cairo como atestei quando lá estive, nunca havia visto ou sabido em lugar algum no mundo tão firme e tão intensa. Essas histórias continuam mal contadas ou "bem contadas" e certamente o futuro revelará algum dia as verdades destas minhas palavras.
Aos mortos no Egito nessa luta por liberdade, minhas honrosas homenagens. Aos que USAm e abusam no mundo e à Mubarak, o desejo profundo de vê-los bem longe das lutas e liberdades dos povos, porque não tem moral alguma para garantir algum direito ou liberdade, porque nunca o garantiram a seus cidadãos.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Lamuriante

Lamento descobrir que um espaço aberto é também fechável. Fechado à liberdade, fechado ao direito, fechado como nos idos tempos em que gritar era encomendar ao padre um sermão suave de solidão, caso não se tornasse apenas mais um número na estatísitca de desaparecidos de uma sessão de cinema.
Lamento que elogios aos diários semanários mensários anuários dias chegaram e atônitos ficaram perdidos na intransigência político populacional. O cultivo da livre expressão deixou de ser procura a ser caçada, e como saber-se, a caça aos silvestres é crime...!
Lamento a abertura da temporada de caça! Por que não à caça de predadores? Por que não há investigação do fundo a fundo o que está embaixo do angu? Vamos olhar para trás e repassar a vida de envolvidos e envolvimentos. Talvez descubramos pra nosso lamento que em tudo isso, inocente é só a Clarissa! Lamento deixar minha clausura e dizer que morto estamos todos ao abrir de nossa boca.
Os velhos anos parecem novos e os novos se envelhecem! O Chico morreu mas não os ideais! Os Darlys e Darcis podem fugir, ameaçar, matar os Chicos e até os Zés, mas já passaram. Outros virão a suicidar alguns ou outros que chegam ou chegarão, a uns ou a todos...

Deus não morre! Deus é vivo! Ele existe!

Então há esperança de que a liberdade seja livre, de que a voz será ouvida, de que a justiça será feita... por Ele.
A justiça dos homens... chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!